O que tenho visto por aí
Há algum tempo tenho me redescoberto, reinventado... A partir de uma doença.
Doença do mundo caótico, exagerado, sem limites. E quem dera fosse sem limites para amar, sem limites para sonhar, sem limites para aprender.
E sim, sem limites para parar.
Eu vejo a vida com muita gente trabalhando muito duro, por coisas que não acredita, pessoas perdidas nas suas atribuições, empenhadas nas suas postagens em redes sociais e desatentas a voz que vem do coração.
Se fala muito e muito de amor e se vive bem pouco por ele.
Pessoas falam que falta amor no mundo, mas as vejo acordar para trabalhar com muito empenho, bater seus pontos regularmente e ansiar doentemente pelas 18h ou sexta-feira.
Que triste, onde fomos parar?!
Dizem que tem obrigações a cumprir, mas vejo que tem mesmo é um status a zelar. Status esse que não foi necessariamente imposto pelo mundo, mas sim por seu próprio passado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário