No final das atividades da empresa me sentia como um animal ferido, tinha apanhado muito, já não sabia no que ou em quem acreditar, só queria me proteger e por isso avançava.
Falava coisas que não representava minha essência, meu propósito.
Tinha medo, só queria me defender.
Doeu demais, até nos meus sonhos deixei de acreditar, duvidava dos meus próprios sentimentos. Nem nos meus pensamentos sabia se poderia confiar.
Minha mente estava tumultuada, não poderia segui-la, mas não sabia o que seguir. Me perdi, pifei, errei...
E aí veio a dor maior, daquilo que tinha mais medo, aconteceu, a loja fechou... Alívio!
Tudo veio abaixo, agora é tempo de jogar fora o que não serve mais, limpar o terreno, acalmar a mente, se refazer, reforçar os valores, afinar o propósito e recomeçar!
Novo sonho, nova oportunidade, novo tempo... Felicidade!
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